Royal Enfield Meteor 350: pontos positivos e negativos da custom
A Royal Enfield vem crescendo com força no mercado nacional, embalada pelo desempenho global da marca inglesa com produção indiana: de 300 mil motos fabricadas há uma década, o volume saltou para 1 milhão de unidades por ano recentemente. E boa parte desse avanço passa pelo apelo vintage da Royal Enfield Meteor 350.
Com mais de 6 mil unidades emplacadas em um único ano no Brasil, a Meteor 350 é fruto da nova geração “J” da Royal Enfield, plataforma que também dá origem aos modelos Classic e Hunter na faixa de 350 cm³ — esta última com preço inicial entre R$ 23 mil e R$ 25 mil, dependendo da cor e dos itens escolhidos.
Testamos a moto para entender o que convence — e o que ainda incomoda — em uma custom de entrada com esse perfil. O estilo clássico é, sem dúvida, o principal trunfo: tanque em gota de 15 litros, chassi e motor escurecidos dão um ar retrô caprichado, complementado por duplo amortecimento traseiro que reforça a proposta vintage do conjunto.
Para quem busca uma primeira custom com personalidade sem gastar uma fortuna, a Meteor 350 segue como uma das portas de entrada mais interessantes do mercado — desde que o comprador esteja disposto a abrir mão de alguns recursos mais modernos em troca do visual clássico que é a cara do modelo.

Ficha técnica — Royal Enfield Meteor 350
| Item | Especificação |
|---|---|
| Plataforma | Geração “J” (compartilhada com Classic e Hunter) |
| Tanque em gota | 15 litros |
| Acabamento | Chassi e motor escurecidos, duplo amortecimento traseiro |
| Emplacamentos no Brasil (1 ano) | + 6.000 unidades |
| Royal Enfield Hunter 350 (mesma plataforma) | de R$ 23 mil a R$ 25 mil |
